MDB reage a boatos sobre saída de Marcelo Castro

Deputado estadual João Mádison (PMDB) Deputado estadual João Mádison (PMDB)Foto: Paulo Pincel

Enquanto os governadores do Piauí, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte e o vice-governador de Sergipe elaboravam a Carta de Teresina, no luxuoso espaço do Coco Bambu, na zona Leste da capital – escolha que aliás foi duramente criticada pela oposição na tribuna da Assembleia Legislativa -, e delegados protestavam do lado de fora do recinto por melhores condições de trabalho e de salários, o MDB era surpreendido com o boato da saída do presidente do partido, deputado federal Marcelo Castro.

Também presente ao Coco Bambu, Marcelo tratou, de pronto, de desmentir o boato, que “não tem o menor fundamento”, assegurou. Segundo Castro, o presidente nacional do Partido da República, Antônio Carlos Rodrigues, ofereceu o PR como opção, caso houvesse alguma tipo de dificuldade do MDB no Piauí.

“Não nego que houve o convite do presidente do PR, que foi meu colega, meu amigo, mas de uma maneira muito sutil, muito educado, muito delicado, se tivesse problema no partido. Mas tenho quase 40 anos de MDB, oito mandatos disputados pelo MDB, estou com 67 anos de idade, é muito difícil de uma pessoa da minha idade mudar de partido”, descartou Marcelo.

O deputado estadual João Mádison foi mais além. Acusou de armação, de “fogo amigo”, o boato de que Marcelo Castro seria o vice de Wellington Dias, traindo o presidente da Alepi, Themístocles Filho. Em vídeo, João Mádison detonou a manobra. "Aqui não tem duas balas. Aqui é uma bala só. E é o Themístocles".

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